Empoderando Vidas

             Cresci com mais do que apenas uma paixão por escrever.

       Jornalista, servidora pública blogueira. Impulsionada por amigos que gostam de ler  a minha forma de encarar a vida, em 2014 criei a página “Papo Reto com Liliane Ribeiro” que traz à luz uma série de tópicos sobre o universo feminino e conta hoje com mais de 320 mil seguidores no Facebook.

Meu primeiro livro foi lançado em 2016 na Bienal de São Paulo. Em 2017, participei do IIIº Salão do Livro em Lisboa e meu livro integra hoje o acervo da Biblioteca Nacional de Portugal.

Escrevo de uma forma clara e honesta para mulheres cis, gays enfim pessoas onde a identidade de gênero não está instalada em suas genitais, meus textos são inspirados por eventos reais, muitos estudos e conversas cotidianas explorando a beleza que surge dos contrastes dos sentimentos, do encontro à perda, da luta pela conquista ao arrependimento da mesma, dedico-me através dos meus textos a transformar carência em empoderamento.

Não basta falar de amor é preciso ter vivenciado encontros e desencontros, para fazer com que o leitor se identifique a cada leitura, dando detalhes que o leve a imaginar o livro como se fosse o filme da sua vida.

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Passamos tanto tempo tentando descobrir

Passamos tanto tempo tentando descobrir se a pessoa que amamos nos ama que nos esquecemos de desfrutar o amor pelo que ele é, o momento, o tempo que existe. Passamos dias imaginando, gastando nossas ponderações sobre como podemos fazer para que o relacionamento dure para sempre. A verdade é que ninguém pertence a ninguém e a idéia de sempre é uma doce fantasia alimentada por filmes e novelas.

A única maneira real de amar é amar no momento. Ame nos momentos de silêncio no sofá. Ame no silêncio do quarto e no silêncio dos filmes que vocês assistem juntos. Ame de casa ao ponto de ônibus. Ame no momento da mensagem de texto que você recebe. Pare de focar no que vai dar. Concentre-se em amar no presente, no segundo, no momento.

É assim que o amor verdadeiro acontece. É assim que o amor duradouro acontece. Não é o tipo de romance do cinema, não são gestos grandiosos e confissões agonizantes. O amor, amor verdadeiro, está no silêncio de uma tempestade e você enrolada com quem ama se sentindo segura. O amor está no silêncio de um quarto de hospital quando você percebe que a pessoa que você ama está sofrendo ao seu lado. Ame no caminho de volta para casa sentindo o cheiro de comida quente no fogão e os braços mais quentes te esperando. O amor mente nos pequenos momentos que as pessoas muitas vezes olham para o passado acreditando que poderiam ter tido mais ou vivem o presente buscando “quem sabe outras emoções”.

Ame aqui, ame o momento, não troque o momento pela eternidade, e eu prometo que o amor não falhará com você.

Nunca apreciei o tipo de humor onde as p

Nunca apreciei o tipo de humor onde as pessoas tiram sarro uma das outras ou usam umas as outras.
Todos nós temos capacidade de nos adaptar, aprender e crescer com as diferenças. Temos crenças, esperanças e sonhos, mas odiamos em nome do amor. Construímos muros de preconceito respaldados por uma falsa segurança contra o desconhecido. Fazemos isso porque na verdade somos piores do que as pessoas que queremos evitar, por serem ou pensarem diferente da gente,

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Seja autor da sua própria história e deixe-me ser feliz

Eu não preciso aceitar as histórias que outros escrevem sobre mim.
Eu não tenho que ser o personagem que eles querem que eu seja.
Eu não tenho que dar a eles o final “feliz” que eles querem. A minha história não é a história de ninguém. É minha e eu não vou deixar que ninguém tire a caneta das minhas mãos. Caso seja preciso escrevo com pedras.

Querem que eu seja a vilã para que eles possam dormir melhor à noite ou querem me descrever como vítima, para que possam se sentir poderosos e donos da verdade.

Eles querem me qualificar como a alma louca, rebelde e perdida, para que eles possam sentir que têm alguém para guiar, enquanto eles são os que realmente precisam de orientação. Eles querem que eu apareça como uma pecadora perdida para justificar a crença de que eles carregam a salvação.

Algumas pessoas tentarão sempre escrever e contar a sua história do jeito que elas querem, porque todo mundo quer ser o herói em sua própria história, ninguém quer ser o o julgador, a inquisição que mata a sua liberdade e não respeita a sua verdade.

E quando você bate o pé e é feliz contrariando todo pensamento distante do seu e muda essa narrativa, eles se afastam porque mudar o roteiro deles significa assumir o erro cometido tentando impedir a felicidade do outro.

Alterar o script significa recomeçar. Mudar o seu roteiro significa expor as suas verdades e as mentiras dos outros e pessoas adoram viver mentiras – histórias fabricadas que para que eles possam se glorificar.

Mas eu não sou assim. Eu escrevo a minha história do jeito que eu quero, do jeito que eu me sinta feliz.

Eu não escrevo mentiras e acredito nelas. Eu não escrevo uma realidade falsa para impressionar as pessoas. Eu escrevo tudo que elas tentam apagar, encobrir, renegar.
Eu escrevo todas as palavras que elas não querem que eu diga em voz alta. Eu posto fotos, vida, felicidade que fazem com que elas pensem nas maldades que elas insistem insistem em carregar. Eu conto as histórias que elas não querem que ninguém saiba. Eu as deixo cara a cara com as amarguras e o ódio que cultivam dos quais se alimentam.

Mas mesmo que quebrem todos os meus dedos, ainda terei a minha voz e mesmo que me impeçam de falar ainda pensarei e o meu olhar, a minha existência os confrontará.
Porque a minha história sempre glorificará minha honestidade enquanto as história de alguns glorificam suas máscaras.

E talvez seja por isso que não podemos ler a mesma história, talvez seja por isso que algumas pessoas não consigam entender a minha felicidade, talvez seja por isso que tentam incansavelmente e sem sucesso apagar a minha luz.
E talvez seja por isso que a minha alegria perturbe tanto, contudo terão que conviver com ela e mesmo que se afastem receberão notícias da mulher, filha , mãe e escritora que não têm medo de ser feliz. -LilianeRibeiro

#CasamentoMiriameLiliane

Qual a diferença?

A diferença entre buscar uma vida que pareça boa e uma em que realmente você se sinta bem.

Talvez você esteja exausta, não porque você seja imperfeita e incapaz de consertar sua vida, mas porque você não está buscando o que realmente é melhor para você.

Experimente: feche os olhos e imagine como sua vida seria se você não soubesse como ela é.

O que realmente faz você se sentir bem?

Com quem você realmente quer passar o tempo?

O que você realmente ama fazer?

Se você quiser ter uma chance de ser feliz precisa parar de buscar o que acha que fará você se sentir bem e se inclinar para a experiência emocional real de sua vida diária e permitir que esse sentimento sutil de paz te guie até o seu destino.

Seu “melhor eu” não é a versão mais magra, rica e bem-sucedida de si mesmo que você tanto imagina.

Seu “melhor eu” é a versão natural, inteira e atual de você.

Você (provavelmente) não é uma celebridade. Ninguém tira fotos de você toda vez que você sai de casa. Você não precisa se vestir como uma magnata da moda. Você não precisa se manter na forma de uma supermodelo. Você pode usar seu jeans surrado favorito muitas vezes na mesma semana. Você pode deixar seu cabelo secar sem gastar uma hora de energia tentando fazer a melhor escova. Você está autorizada a comer quando estiver com fome. Você pode dormir quando estiver cansada.

Você tem permissão para ser um ser humano normal.

Tentar convencê-la de sua grandeza pode inspirá-la de algumas maneiras, mas isso não vai deixar você realmente feliz. Grandes pessoas ainda têm que lavar a louça, lavar a roupa e lidar com a criança chorando.

Construir uma vida que seja boa é ter a coragem de se aceitar como você é e, saber as coisas que você tem medo e tentar vencê-las.

Construir uma vida na qual você se sinta bem é ficar de boa com seu orçamento, porque você está cansada de ficar sem dinheiro. É preciso trabalhar extra para economizar para não ficar à beira do pânico. Não tenha medo de ficar sozinha se as pessoas com quem você passa o tempo não satisfazem as suas necessidades.

Construir uma vida que se sente bem é não está mais em guerra consigo mesmo. É ouvir os pensamentos que fazem você querer se odiar e não se sucumbir a eles. É não sentir inveja de alguém e correr, é tornar-se feliz por eles em vez disso. É NÃO ouvir as vozes que querem prendê-la mantendo-a pequena.

Ser bem sucedida não é um traço de personalidade.

O tamanho da sua calça, seu gênero e a sua religião ou partido não é algo que seus AMIGOS levam em consideração quando decidem se vão ou não aparecer quando você mais precisar.

Tudo o que você vai deixar no mundo é como você fez as outras pessoas se sentirem.

Então, em vez de continuar sofrendo com as suas imperfeições por que você não experimenta a coisa mais fácil de trabalhar que é ser você?

Não só para que você possa deixar um legado valioso.
Mas também para que você possa encontrar um pouco de alegria enquanto estiver aqui.

#LilianeRibeiro #Paporetoliliane #mulher #empoderamento #sororidade

Amar é escolha

Amor não é algo que vem ao seu encontro. É uma escolha que você faz todos os dias.

O amor, na realidade, é resultado de uma série de escolhas baseadas em muitos fatores como, química, princípios, lógica, humor, inteligência, corpo, o que queremos, precisamos, etc.

A lista é infinita e o peso de cada fator varia dependendo do indivíduo.

Com base nesses fatores, optamos por iniciar o processo de amar ou não.

Se decidimos entrar nesse processo, a ação do amor pode trazer momentos de “mudança de intensidade”: a maneira como ela olha para você. Como ele faz você rir. A maneira como um faz o outro se sentir.

Mas, como um avião, no amor também há turbulência. Lutas. Desentendimentos. As pequenas coisas que nos incomodam: a tampa do vaso levantada, os gastos no cartão, as saídas com os amigos…

Você começa a pensar se você fez a escolha certa. E uma vez que você está em dúvida, você tem que fazer outra escolha: continuar a voar com esta pessoa ou saltar de pára-quedas do avião.

Se você decidir pular é uma questão de livre-arbítrio que pode torná-la(o) mais forte ou miserável.

Você volta ao aeroporto esperando embarcar em outro avião para outra viagem. E então você pega uma turbulência novamente – ou talvez, desta vez, nem há turbulência. Ou talvez você tenha mudado de ideia sobre o destino.

De qualquer forma, você precisa fazer outra escolha: saltar ou continuar a voar?

Amar é uma escolha que deve ser feita todos os dias. Você continua o processo ou não, há sempre uma decisão a ser tomada.

Há uma diferença entre sentir amor por alguém (cuidar de uma pessoa) e amar alguém (escolhendo amar essa pessoa). Você pode ter amor por alguém para sempre. Mas isso não significa que você queira viver com essa pessoa para sempre.

A escolha de amar não é um sentimento; é uma ação. É por isso que amar às vezes é tão complicado.

O amor exige que você faça algo – e não estou falando sobre comprar flores, jóias ou sair para jantar.

Amar exige algumas vezes deixar seus desejos de lado. Além disso, como a química, a capacidade de amar não é uma constante; é uma variável ela flutua, dependendo de como você estiver consigo mesmo.

Às vezes é fácil amar, outras vezes é extremamente difícil. Mas permanecer neste amor é sempre uma escolha.

Embora o amor não seja estático, ele também se aprofunda e se solidifica.

Quanto mais vocês permanecerem nesse vôo e compartilharem a jornada juntos, mais frutos vocês colherão.

Seu investimento vale a pena. Suas escolhas se tornam mais fáceis. Vocês se tornam mais fortes como um casal.

A escolha pelo amor dá um novo sentido a vida. Este sentido é o que faz com que amar valha a pena. – Liliane Ribeiro

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