​QUANDO O TÉDIO E A INDIFERENÇA MASCULINA NOS LEVAM À INFIDELIDADE

 

Uma pesquisa da “British Dating Firm Coffee & Company” realizada com 3000 pessoas descobriu que as mulheres traem  mais do que os homens. Nove por cento dos homens disseram que trairiam suas parceiras caso se apaixonassem por outra pessoa contra 25% das mulheres que afirmaram  que não teriam problema em ter “um caso” se fosse de seu interesse.

Aí você me questiona: “Ah, mais isso foi na Europa…”

Eu te respondo: Não se faça de desentendida o papo aqui é reto! As razões que nos levam a trair os nossos parceiros são as mesmas do Oiapoque ao Japão.

Segundo a pesquisa, mulheres na faixa etária de 35 a 40 anos estariam mais propensas a infidelidade por uma razão simples: Elas querem mais do que um beijo de boa noite . Eu acho que independente de idade isso é o que todas nós queremos.

Mas essa não é a única razão pela qual nós mulheres estamos mais propensas a pensar em uma possível escapadinha e que também foi levantada na pesquisa. A maioria das mulheres que cede a traição o faz depois de muito rastejarem. Buscamos amor em outros lugares por nos sentirmos negligenciadas, física e emocionalmente. Se o sexo, por exemplo, fica aquela coisa chata e previsível, sonhamos encontrar alguém que apimente as coisas. Principalmente quando vemos que todo descaso seja na cama ou na falta de cuidado e interesse diz respeito a nós, é uma situação pontual. Enquanto que fora de casa o “santo” incorpora o “gostosão do pedaço”.

O sentimento de ser subestimada, ignorada ou no popular-um zero à esquerda – também podem nos levar à infidelidade. É a procura por uma pessoa que nos transmita uma sensação de valor ao invés de um marido, namorado ou coisa parecida que com o passar do tempo nos faz sentir menos interessantes do que uma moeda de cinco centavos que vemos jogadas nas ruas.

É importante lembrar que todos os relacionamentos precisam de esforço mútuo para dar certo e nenhum deles é perfeito. 

A solução para a infelicidade no amor e casamento provavelmente não é ter relações sexuais com outra pessoa. Devemos conversar muito, ter um diálogo aberto sempre, buscando uma solução para os problemas antes de cometermos um dano que pode ser irreparável (nessa pesquisa apenas 15 por cento dos homens disseram que perdoariam  uma traição).

Infelizmente, conversar com uma boa parte de nossos maridos ou “namoridos” parece muito menos divertido do que nos deixar envolver por uma pessoa que nos dê mais atenção e carinho nem que seja por um curto espaço de tempo. 

Desgraçadamente, essa mesma boa parte citada nem sempre está disposta a nos ouvir ou a enxergar a parcela de erro que cabe a ela na relação.  Mas tem o lado positivo: É muito menos provável contrair uma DST em uma conversa civilizada em sua sala de estar do que em uma cama de motel. Sem falar nas grandes decepções frente à fantasia que criamos em cima de um relacionamento extraconjugal. Poucas mulheres, que conheço, conseguem sair com uma pessoa sem envolvimento sentimental, principalmente, porque quando isso acontece é resultado de uma fissura exatamente nessa área.  Dentro desse processo de jogar limpo, você pode até salvar seu relacionamento e lembrar por que você se apaixonou por esse cara sem noção, sentado a sua frente e prestes a perdê-la . #LilianeRibeiro 

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Publicado por Papo Reto com Liliane Ribeiro

Liliane Ribeiro, autora incrível, com uma abordagem inspiradora e engraçada do universo feminino. Com 3 livros publicados no Brasil e Portugal. Seu primeiro livro faz parte do acervo da Biblioteca Nacional de Portugal.

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