​Relacionamentos : Aberta a Temporada de Descontentamento

Eu conheço esse sentimento. É uma ansiedade, uma inquietação, uma tristeza, ou até  mesmo depressão. Se você não mudar seu foco, você vai acabar pior ainda. Cuide-se para não ficar nessa temporada de descontentamento por um tempo muito longo. Eu não tenho certeza quando esse sentimento bate. Só sei que bate. E eu acho que bate em momentos diferentes para pessoas diferentes.

 

É essa sensação de estar inquieta, irritada, entediada, um pouco chateada o tempo todo, e cheia de sentimentos que simplesmente não posso nomeá-los.

Não se permita permanecer no curso em que você está. “Bora” chegou a hora de você encontrar dentro de si mesmo força para fazer algo diferente e eu tenho certeza de que algo na sua vida vai mudar. Você irá despertar. E confie em mim, não há nada como o “despertar”.

 

Vamos encarar os fatos juntas? Isso significar deixar ir um monte de histórias, que você vem guardando. Amores vencidos, sentimentos fazendo hora extra sem ganhar um obrigado por isso, um trabalho que te consome uma amizade que te machuca, uma vida mais ou menos. Pense no seu maior pesadelo, naquela pior lembrança que precisar sair da sua vida e jogue-a na lixeira. Não recicle o que te faz mal.

 

Você pode fazer as coisas do seu jeito, mas elas têm que ter como resultado uma mudança. Você pode precisar “gastar” mais tempo com você mesmo. Você pode precisar gastar dinheiro, ter que encontrar uma babá para seus filhos ou cuidadores para seus pais, voltar a estudar, fazer um curso, bater de porta em porta ou dizer ao seu parceiro que ele agora é ex. Mais faça alguma coisa. Essa coisa que bate dentro do seu peito precisa sentir-se viva.

Não insista em mentir para você mesma dizendo que sente prazer fora do prazer. Que a vida é assim mesmo e o melhor é aceita-la como ela se apresenta para você.

Não jogue da mesma maneira que você sempre jogou se você até agora não ganhou uma partida. E se você é como eu, odeia fazer algo errado, ser rejeitada, julgada ou criticada, esperar um pouco mais para ver como fica não funciona. Tudo o que sei é que a vida está passando muito rápido.

 

É hora de mudar de direção. É hora de levar a sério o que você realmente quer para a sua vida. Quantas vezes esse ano você sentiu prazer, alegria, um sentimento de realização verdadeira sobre algo que para você é superimportante? É hora de mudar sua perspectiva e talvez as suas prioridades.

 

Por favor, não me diga que agora não é o momento, mas que você vai fazer isso em breve. Que você realmente quer fazer acontecer, mas que você tem que economizar mais dinheiro, ou que não dá tempo, ou que você está muito gorda, muito velha, ou muito presa nessa pessoa que te faz mal e que nada funciona.

 

É hora de usar a sua imaginação radical e dar uma repaginada na sua vida. Vá em frente, acredite que você pode. Se algo não depender exclusivamente de você, não é motivo para cruzar os braços faça a sua parte!

Faça alguma coisa.

Eu até entendo que você diga “Não, eu nunca farei isso.” Ou “”Não, isso é muito assustador, e se eu tomar alguma decisão errada?”

Respondo:

Lute por você, isso trará para a sua vida uma sensação de vivacidade e brilho. Trazer a existência seus sonhos é muito mais sexy do que, “Eu não posso” ou “Eu não deveria” ou “É impossível”. No espaço entre um sim e um não, está uma vida, uma aventura, uma transformação. Seu pontapé inicial pode ser a porta de entrada para aprender a receber coisas melhores que a vida tem para te oferecer.

 

Dizer não para o seu descontentamento é a diferença entre o caminho que você abre e o que você deixa para trás; É a diferença entre quem você pensou que poderia ser e quem você realmente é; É escrever uma nova história. #LilianeRibeiro 

Publicado por

Papo Reto com Liliane Ribeiro

Conselheira, espírito nômade, mediadora, inovadora, despudorada e bem-humorada é assim que me auto-defino. Escrevo o que sinto e o que penso sem a preocupação de agradar ao leitor. Escrevo para seres humanos que amam e querem ser amados sejam eles homens , mulheres, heterossexuais, homossexuais, trans, ricos ou pobres. A linguagem do amor é universal ela não faz distinção de pessoas, basta estar vivo para morrer de amor. Talvez seja exatamente por isto que as pessoas se identificam com a minha linguagem. O meu objetivo é empoderar pessoas para que elas não caiam nas ciladas que a paixão nos prepara e se caírem, que se levantem o mais rápido possível para seguirem a viagem insólita que é a busca do par perfeito.

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