CASAIS QUE POSTAM FELICIDADE SÃO MAIS PROPENSOS AO FIM DO RELACIONAMENTO

 
Há algum tempo o sinal revelador de que a coisa entre uma saída e outra  havia se tornado  séria era dizer isso em a festa de família ou em um encontro de família.  
Hoje na geração Facebook mais e mais pessoas estão abrindo seus sentimentos mais profundos para todo o mundo conectado.
A questão é:  será que esse casais são realmente tão felizes quanto suas fotos tentam passar?  Aparentemente eram.
Um estudo recente descobriu que os casais que publicam muitas vezes sobre seus relacionamentos são os que por alguma razão estão inseguros. 
Pesquisadores da Northwestern University entrevistaram mais de 100 casais e descobriram que as pessoas publicavam mais nas mídias sociais sobre seu parceiro quando algo ficava no ar em seu relacionamento.
A mídia social é o lugar onde as pessoas mostram o melhor de si mesmas. É onde podemos fazer uma imagem de como somos percebidos, quantificar o quanto somos amados e vistos por aqueles mais próximos e, finalmente, começarmos a comparar onde estamos socialmente.
Um outro estudo realizado no Albright College revelou que as pessoas que sentem necessidade de expor seus relacionamentos tem  o que se chama de “relação de autoestima contingente” (uma forma insalubre de autoestima em que essa depende do sucesso do seu relacionamento).
As pessoas que não postam seus relatórios sentimentais são significativamente mais felizes do que as que vivem postando “o amor incondicional”. Não há como negar que o uso pesado da mídia social  pode trazer os piores sentimentos das  outras pessoas que se dizem amigas ou não, que querem ou não o nosso bem. Assim, não é surpresa que isso possa afetar negativamente os relacionamentos e a nossa felicidade.
Depois dessa pesquisa ainda tem alguém aí ansioso para jogar seu relacionamento no ventilador?  #LilianeRibeiro

Publicado por

Papo Reto com Liliane Ribeiro

Conselheira, espírito nômade, mediadora, inovadora, despudorada e bem-humorada é assim que me auto-defino. Escrevo o que sinto e o que penso sem a preocupação de agradar ao leitor. Escrevo para seres humanos que amam e querem ser amados sejam eles homens , mulheres, heterossexuais, homossexuais, trans, ricos ou pobres. A linguagem do amor é universal ela não faz distinção de pessoas, basta estar vivo para morrer de amor. Talvez seja exatamente por isto que as pessoas se identificam com a minha linguagem. O meu objetivo é empoderar pessoas para que elas não caiam nas ciladas que a paixão nos prepara e se caírem, que se levantem o mais rápido possível para seguirem a viagem insólita que é a busca do par perfeito.

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