A NOSSA LIBIDO DE CADA DIA

A maioria das mulheres oprime seus desejos com afazeres dos mais diersos. Enche-se compulsivamente com comida, compras, malhação e drama, basicamente para de viver ainda estando viva. Permite-se matar de fome suas almas até que não possa aguentar mais, por medo de sua própria energia vital.

Uma mulher que nega seu próprio desejo, fecha seu coração e corpo para que este não seja suprido pelo que o sustenta. Vivem um mantra constante de “é isso que tenho para hoje” . Elas se permitem serem envergonhadas por quererem, desejarem ou precisarem de mais. E então começam a invejarem o que outras mulheres têm em suas vidas.

Mas e se isso que você acredita receber realmente não for o suficiente?

De alguma forma, acreditamos que viver uma vida de menos, ou de privação é normal. Nós não queremos “mexer no time que está ganhando”. Mas na verdade sabemos que esse time está perdendo. Nós tentamos nos contentar com menos. E então nos soltamos. Nós explodimos. E nem sempre no melhor momento. Voltamos atrás e desistimos de nós mesmas. E se, em vez disso, saudássemos o amor próprio e erradicássemos a nossa fome?
E se não houvesse mais a anorexia em nossos próprios corações?

Mas a sociedade diz que desejar, sentir vontade de fazer sexo é abandonar o seu amor pela sua própria vida e seu corpo será desqualificado. O prazer é para a outra e não para você.

Ao reivindicar e possuir nossos desejos – e permitir que eles sejam nutridos, quando estamos famintos em nossas próprias vidas, podemos nos tornar um caminho para outras mulheres que amam sem desejarem. Então preferem nos conter.

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E se as mulheres forem ensinadas que seus apetites sexuais não necessitam ser controlados?

O que há de errado em estar com fome por mais amor, por mais sexo, por uma vida melhor para nossos filhos e famílias, por estabilidade financeira, por um espaço? O que há de errado em querermos honrar a nós mesmos e nos sentimos honradas e completas como todo ser humano sexuado e com saúde que possui desejos?

Uma pesquisa da WEBMed diz que 75% das mulheres nunca teve um orgasmo. Tem algo errado se nascemos com clitóris e a única função dele não é procriar é dar prazer!

O desejo feminino é a energia da criação. É hora de alimentá-lo, de conhecer como seu corpo funciona para ensinar a quem você der o direito a proporcionar prazer. Ensinar a quem diz direito, que o clitóris não é um botão, é um iceberg.

Ensiná-lo que o clitóris cresce ao longo da nossa vida.E que após a menopausa ele pode se tornar 2,5 vezes maior do que era quando você era adolescente, podendo chegar a 12 centímetros de comprimento. Entendeu porque o comparei com um iceberg?

Não é de admirar que algumas mulheres conversem comigo sobre seus orgasmos mais fortes a partir da metade da vida acentuando-se nos seus cinqüenta para cima!

Ensine a quem de direito que o clitóris contém 8.000 terminações nervosas deliciosamente sensíveis, e que isso é apenas o dobro das terminações nervosas na glande de um pênis. E mesmo assim 75% das mulheres nunca tiveram um orgasmo! Desculpem rapazes, vocês falam demais, se acham demais mas sabem de menos.

E você, até quando você vai fingir que seu time está ganhando?

Você é livre para sentir o prazer orgásmico que transforma seu relacionamento, família, negócios, criatividade e outros aspectos de sua vida.

Não importa a sua idade se 20 ou 70 anos de idade; Você que tem vitalidade que é sensual em seus termos e sabe como estabelecer limites saudáveis, expressa sua liberdade. Você não tem que agradar a ninguém para se sentir aceitável.

Converse, aprenda, cobre, ensine, irradie confiança, sabedoria e o outro saberá o seu valor como mulher que ama mas também deseja.#LilianeRibeiro

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Publicado por

Papo Reto com Liliane Ribeiro

Conselheira, espírito nômade, mediadora, inovadora, despudorada e bem-humorada é assim que me auto-defino. Escrevo o que sinto e o que penso sem a preocupação de agradar ao leitor. Escrevo para seres humanos que amam e querem ser amados sejam eles homens , mulheres, heterossexuais, homossexuais, trans, ricos ou pobres. A linguagem do amor é universal ela não faz distinção de pessoas, basta estar vivo para morrer de amor. Talvez seja exatamente por isto que as pessoas se identificam com a minha linguagem. O meu objetivo é empoderar pessoas para que elas não caiam nas ciladas que a paixão nos prepara e se caírem, que se levantem o mais rápido possível para seguirem a viagem insólita que é a busca do par perfeito.

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