Amar é escolha

Amor não é algo que vem ao seu encontro. É uma escolha que você faz todos os dias.

O amor, na realidade, é resultado de uma série de escolhas baseadas em muitos fatores como, química, princípios, lógica, humor, inteligência, corpo, o que queremos, precisamos, etc.

A lista é infinita e o peso de cada fator varia dependendo do indivíduo.

Com base nesses fatores, optamos por iniciar o processo de amar ou não.

Se decidimos entrar nesse processo, a ação do amor pode trazer momentos de “mudança de intensidade”: a maneira como ela olha para você. Como ele faz você rir. A maneira como um faz o outro se sentir.

Mas, como um avião, no amor também há turbulência. Lutas. Desentendimentos. As pequenas coisas que nos incomodam: a tampa do vaso levantada, os gastos no cartão, as saídas com os amigos…

Você começa a pensar se você fez a escolha certa. E uma vez que você está em dúvida, você tem que fazer outra escolha: continuar a voar com esta pessoa ou saltar de pára-quedas do avião.

Se você decidir pular é uma questão de livre-arbítrio que pode torná-la(o) mais forte ou miserável.

Você volta ao aeroporto esperando embarcar em outro avião para outra viagem. E então você pega uma turbulência novamente – ou talvez, desta vez, nem há turbulência. Ou talvez você tenha mudado de ideia sobre o destino.

De qualquer forma, você precisa fazer outra escolha: saltar ou continuar a voar?

Amar é uma escolha que deve ser feita todos os dias. Você continua o processo ou não, há sempre uma decisão a ser tomada.

Há uma diferença entre sentir amor por alguém (cuidar de uma pessoa) e amar alguém (escolhendo amar essa pessoa). Você pode ter amor por alguém para sempre. Mas isso não significa que você queira viver com essa pessoa para sempre.

A escolha de amar não é um sentimento; é uma ação. É por isso que amar às vezes é tão complicado.

O amor exige que você faça algo – e não estou falando sobre comprar flores, jóias ou sair para jantar.

Amar exige algumas vezes deixar seus desejos de lado. Além disso, como a química, a capacidade de amar não é uma constante; é uma variável ela flutua, dependendo de como você estiver consigo mesmo.

Às vezes é fácil amar, outras vezes é extremamente difícil. Mas permanecer neste amor é sempre uma escolha.

Embora o amor não seja estático, ele também se aprofunda e se solidifica.

Quanto mais vocês permanecerem nesse vôo e compartilharem a jornada juntos, mais frutos vocês colherão.

Seu investimento vale a pena. Suas escolhas se tornam mais fáceis. Vocês se tornam mais fortes como um casal.

A escolha pelo amor dá um novo sentido a vida. Este sentido é o que faz com que amar valha a pena. – Liliane Ribeiro

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Publicado por

Papo Reto com Liliane Ribeiro

Conselheira, espírito nômade, mediadora, inovadora, despudorada e bem-humorada é assim que me auto-defino. Escrevo o que sinto e o que penso sem a preocupação de agradar ao leitor. Escrevo para seres humanos que amam e querem ser amados sejam eles homens , mulheres, heterossexuais, homossexuais, trans, ricos ou pobres. A linguagem do amor é universal ela não faz distinção de pessoas, basta estar vivo para morrer de amor. Talvez seja exatamente por isto que as pessoas se identificam com a minha linguagem. O meu objetivo é empoderar pessoas para que elas não caiam nas ciladas que a paixão nos prepara e se caírem, que se levantem o mais rápido possível para seguirem a viagem insólita que é a busca do par perfeito.

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