Eu não sei quanto tempo leva para as coi

Eu não sei quanto tempo leva para as coisas se juntarem. Para que as lições sejam absorvidas e os erros pararem de se repetir. Eu não sei quanto tempo leva para você encarar as suas próprias verdades, vencer as suas batalhas internas, ter uma conversa honesta consigo mesmo e parar de fugir das respostas quando elas não são as que você esperava que fossem.

Eu não sei quanto tempo leva para a vida começar a fazer sentido ou para os seus sonhos se tornarem realidade ou para a sua felicidade parar de fugir de você. Não sei quanto tempo leva até que você possa descansar a cabeça no travesseiro e dormir em paz sem carregar o peso do mundo nos ombros. Não sei quanto tempo demora para você acordar e encontrar tudo o que você sempre quis esperando por você de manhã.

Mas eu sei que você tem que acreditar que tudo vai acontecer mais cedo do que você pensa, que as coisas mudarão em um piscar de olhos, que seu final feliz não é uma fantasia, mas uma realidade esperando o momento certo para entrar em sua vida.

Eu sei que você carrega com você o peso de um passado doloroso e o vazio de relacionamentos mortos. Eu sei que você carrega fardos da sua família e desgostos de seus amantes passados, mas eu também sei que estas são apenas migalhas de coisas que já queimaram. Estes são apenas remanescentes de bater no fundo do poço e tudo que você tem a fazer é limpar o pó e entrar em seu novo poder, sua nova luz, sua nova vida. Uma vida que não é definida por qualquer coisa sobre a qual você não tenha controle ou por alguém que tenha te magoado profundamente. Uma vida que não é definida por velhas feridas ou cicatrizes ocultas.

Porque a beleza da vida é que você sempre pode redefini-la, você sempre pode mudá-la, você sempre pode reescrever a sua história se não quiser mais viver a mesma história antiga.

#anonovo #natal #empoderamento

Publicado por

Papo Reto com Liliane Ribeiro

Conselheira, espírito nômade, mediadora, inovadora, despudorada e bem-humorada é assim que me auto-defino. Escrevo o que sinto e o que penso sem a preocupação de agradar ao leitor. Escrevo para seres humanos que amam e querem ser amados sejam eles homens , mulheres, heterossexuais, homossexuais, trans, ricos ou pobres. A linguagem do amor é universal ela não faz distinção de pessoas, basta estar vivo para morrer de amor. Talvez seja exatamente por isto que as pessoas se identificam com a minha linguagem. O meu objetivo é empoderar pessoas para que elas não caiam nas ciladas que a paixão nos prepara e se caírem, que se levantem o mais rápido possível para seguirem a viagem insólita que é a busca do par perfeito.

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