Qual a diferença?

A diferença entre buscar uma vida que pareça boa e uma em que realmente você se sinta bem.

Talvez você esteja exausta, não porque você seja imperfeita e incapaz de consertar sua vida, mas porque você não está buscando o que realmente é melhor para você.

Experimente: feche os olhos e imagine como sua vida seria se você não soubesse como ela é.

O que realmente faz você se sentir bem?

Com quem você realmente quer passar o tempo?

O que você realmente ama fazer?

Se você quiser ter uma chance de ser feliz precisa parar de buscar o que acha que fará você se sentir bem e se inclinar para a experiência emocional real de sua vida diária e permitir que esse sentimento sutil de paz te guie até o seu destino.

Seu “melhor eu” não é a versão mais magra, rica e bem-sucedida de si mesmo que você tanto imagina.

Seu “melhor eu” é a versão natural, inteira e atual de você.

Você (provavelmente) não é uma celebridade. Ninguém tira fotos de você toda vez que você sai de casa. Você não precisa se vestir como uma magnata da moda. Você não precisa se manter na forma de uma supermodelo. Você pode usar seu jeans surrado favorito muitas vezes na mesma semana. Você pode deixar seu cabelo secar sem gastar uma hora de energia tentando fazer a melhor escova. Você está autorizada a comer quando estiver com fome. Você pode dormir quando estiver cansada.

Você tem permissão para ser um ser humano normal.

Tentar convencê-la de sua grandeza pode inspirá-la de algumas maneiras, mas isso não vai deixar você realmente feliz. Grandes pessoas ainda têm que lavar a louça, lavar a roupa e lidar com a criança chorando.

Construir uma vida que seja boa é ter a coragem de se aceitar como você é e, saber as coisas que você tem medo e tentar vencê-las.

Construir uma vida na qual você se sinta bem é ficar de boa com seu orçamento, porque você está cansada de ficar sem dinheiro. É preciso trabalhar extra para economizar para não ficar à beira do pânico. Não tenha medo de ficar sozinha se as pessoas com quem você passa o tempo não satisfazem as suas necessidades.

Construir uma vida que se sente bem é não está mais em guerra consigo mesmo. É ouvir os pensamentos que fazem você querer se odiar e não se sucumbir a eles. É não sentir inveja de alguém e correr, é tornar-se feliz por eles em vez disso. É NÃO ouvir as vozes que querem prendê-la mantendo-a pequena.

Ser bem sucedida não é um traço de personalidade.

O tamanho da sua calça, seu gênero e a sua religião ou partido não é algo que seus AMIGOS levam em consideração quando decidem se vão ou não aparecer quando você mais precisar.

Tudo o que você vai deixar no mundo é como você fez as outras pessoas se sentirem.

Então, em vez de continuar sofrendo com as suas imperfeições por que você não experimenta a coisa mais fácil de trabalhar que é ser você?

Não só para que você possa deixar um legado valioso.
Mas também para que você possa encontrar um pouco de alegria enquanto estiver aqui.

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Amar é escolha

Amor não é algo que vem ao seu encontro. É uma escolha que você faz todos os dias.

O amor, na realidade, é resultado de uma série de escolhas baseadas em muitos fatores como, química, princípios, lógica, humor, inteligência, corpo, o que queremos, precisamos, etc.

A lista é infinita e o peso de cada fator varia dependendo do indivíduo.

Com base nesses fatores, optamos por iniciar o processo de amar ou não.

Se decidimos entrar nesse processo, a ação do amor pode trazer momentos de “mudança de intensidade”: a maneira como ela olha para você. Como ele faz você rir. A maneira como um faz o outro se sentir.

Mas, como um avião, no amor também há turbulência. Lutas. Desentendimentos. As pequenas coisas que nos incomodam: a tampa do vaso levantada, os gastos no cartão, as saídas com os amigos…

Você começa a pensar se você fez a escolha certa. E uma vez que você está em dúvida, você tem que fazer outra escolha: continuar a voar com esta pessoa ou saltar de pára-quedas do avião.

Se você decidir pular é uma questão de livre-arbítrio que pode torná-la(o) mais forte ou miserável.

Você volta ao aeroporto esperando embarcar em outro avião para outra viagem. E então você pega uma turbulência novamente – ou talvez, desta vez, nem há turbulência. Ou talvez você tenha mudado de ideia sobre o destino.

De qualquer forma, você precisa fazer outra escolha: saltar ou continuar a voar?

Amar é uma escolha que deve ser feita todos os dias. Você continua o processo ou não, há sempre uma decisão a ser tomada.

Há uma diferença entre sentir amor por alguém (cuidar de uma pessoa) e amar alguém (escolhendo amar essa pessoa). Você pode ter amor por alguém para sempre. Mas isso não significa que você queira viver com essa pessoa para sempre.

A escolha de amar não é um sentimento; é uma ação. É por isso que amar às vezes é tão complicado.

O amor exige que você faça algo – e não estou falando sobre comprar flores, jóias ou sair para jantar.

Amar exige algumas vezes deixar seus desejos de lado. Além disso, como a química, a capacidade de amar não é uma constante; é uma variável ela flutua, dependendo de como você estiver consigo mesmo.

Às vezes é fácil amar, outras vezes é extremamente difícil. Mas permanecer neste amor é sempre uma escolha.

Embora o amor não seja estático, ele também se aprofunda e se solidifica.

Quanto mais vocês permanecerem nesse vôo e compartilharem a jornada juntos, mais frutos vocês colherão.

Seu investimento vale a pena. Suas escolhas se tornam mais fáceis. Vocês se tornam mais fortes como um casal.

A escolha pelo amor dá um novo sentido a vida. Este sentido é o que faz com que amar valha a pena. – Liliane Ribeiro

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#CasamentoMiriameLiliane

A quebra de tradição na união homoafetiva mais comentada do ano.

Se o casamento entre pessoas do mesmo sexo ainda é visto com algo incomum, imagine quando o convite para a cerimônia é feito pela rede social quebrando a tradição.

Convites virtuais inspiram e esclarecem não apenas os convidados, como também as noivas que amam o imediaitismo da resposta e a inclusão semanal de informações sobre os preparativos para o grande dia . Segundo a escritora e blogueira Liliane Ribeiro algumas pessoas precisaram de um tutorial para navegar no site e no aplicativo, fora isso os comentários têm sido os melhores.

Além de celebrar o amor entre duas mulheres, os textos publicados no site sobre a história do casal prega a inclusão e ajudam a cultivar as idéias de qualquer mulher seja ela bissexual, lésbica ou hétero que esteja procurando aquela faísca especial que acenda seu mais profundo Joie de Vivrequando se trata de planejar seu casamento. Os convites virtuais são inovadores e dinâmicos o tema ou os temas são criados pelos pombinhos.

A cerimônia que selará a união das duas será realizada em 30 de setembro, no Rio de Janeiro e estão sendo esperados cerca de 600 convidados, entre eles as cantoras do “The Voice Kids” Lorena Fiori e Vick Valentim e como padrinhos o casal mais comentado do “Power Couple Brasil 2018” Diego Grossi e a modelo Franciele Almeida (também ex-“BBB”, escalada para a próxima temporada do “Dancing Brasil”). A tarde de domingo contará com show do cantor Hugo Rocha, que vem fazendo sucesso no Rio de Janeiro, umas das apostas do sertanejo, além da presença de celebridades no mundo GLBT. O buffet leva as assinaturas do Chefe Eduardo Araújo e Adriana Lemos, nas estações de drinks mixeds para atender a todos os convidados o barmen das estrelas Rafael. A decoração ficou a cargo do decorador Allex Alvesque promete surpreender.

#CasamentodeMiriameLiliane

http://www.brandpress.com.br/2018/09/11/a-cerimonia-glbt-do-ano/

NA CONTAGEM REGRESSIVA

Cristãos conservadores e pessoas LGBTQ não precisam ser inimigos.

Vivo observando, embora cada vez menos, graças a Deus, os surtos de uma batalha entre as duas comunidades que eu chamo de minha: cristãos e LGBT.

Estou noiva e me casarei no final do mês e é doloroso saber que com tanto esclarecimento, pesquisas científicas e históricas ainda existam pessoas LGBTQ vulneráveis em todo o mundo vivendo em comunidades onde podem ser demitidas por causa de sua orientação sexual ou ter a sua moradia negada por causa de sua identidade de gênero.

E essas atitudes em sua maioria vêm de onde não deveriam vir- dos que se dizem cristãos.

Certamente, há uma maneira de superar essa divisão. Como uma mulher em breve casada com outra mulher e com profunda fé cristã, graças a Deus a minha fé e a graça do Pai independe do que você pensa ou do preconceito de todos.

Precisamos resolver esse conflito de uma forma que afirme o valor e a dignidade de todos os envolvidos.

Tanto os cristãos conservadores quanto as pessoas LGBTQ rejeitam a idéia de um compromisso, por um bom motivo: não confiam uns nos outros. E as duas partes possuem motivo de sobra para isto.

Contudo não se deve generalizar as atitudes de revolta de certos grupos, como também não podemos por exemplo, odiar a igreja católica pela prática pedófila de alguns de seus líderes. Como não podemos dizer que todos os pastores evangélicos são ladrões.

Costumamos dizer que gostaríamos de viver em um país onde todos os cidadãos fossem livres para adorar de acordo com sua consciência e onde todos os cidadãos fossem protegidos da discriminação.

Se quisermos viver em uma sociedade que ofereça a máxima liberdade ao maior número possível de pessoas, cada lado terá que se esforçar.

Os seres humanos não precisam guerrear , sabendo que são livres para viverem alinhados segundo suas convicções.

Podemos coexistir de maneiras que todos honrem e respeitem aqueles que são diferentes como diz a Bíblia. Mas não podemos fazê-lo se procurarmos sempre oportunidades para provocar e ofender uns aos outros.

Durante a crise da AIDS, os líderes da direita religiosa disseram que a doença era o julgamento de Deus sobre os gays. Os pastores incentivaram os pais a enviar seus filhos para a terapia de conversão. Líderes religiosos diziam que o final do homossexualismo era inferno, sem o contexto histórico e sem autoridade para julgamento, esquecendo da graça divina, àquela mesma que o ladrão da cruz foi agraciado. Pregavam sobre a abominação, que eles eram e a vergonha para suas famílias deixando claro que eles não eram desejados entre a comunidade de cristãos.

Não é difícil entender por que as pessoas LGBTQ não confiam em cristãos conservadores o suficiente para trabalhar em prol de um compromisso.

O ônus recai sobre os que se dizem cristãos para mostrar que realmente desejam viver segundo a palavra em um mundo onde todos sejam tratados com dignidade e respeito.

Até onde eu sei o coração da nossa fé está no chamado de Jesus para amarmos os nossos irmãos mais do que a nós mesmos, e isso inclui pessoas com as quais não concordamos, pessoas de quem não gostamos e pessoas que nos deixam desconfortáveis. Os cristãos mais conservadores precisam aprender a conviver com as pessoas que eles acham serem pecaminosas sem violar a interpretação que eles dão às Escrituras.

Isso significaria viver em uma sociedade que protege as pessoas da discriminação e honra a liberdade de todas as pessoas viverem de acordo com sua consciência.

É possível querer o bem das pessoas do lado oposto, ao mesmo tempo em que lutamos pelo que acreditamos em nossas próprias comunidades.

NÓS MULHERES, CIS, TRANS, BI SOMOS SEMPRE ESQUECIDAS QUANDO O ASSUNTO NÃO É SEXO .

É preciso cobrar dos políticos que eles cumpram aquilo que escrevem. Mesmo os projetos aparentemente simples e baratos não saem nunca do papel. Ou por desinteresse do político eleito ou por descaso com suas eleitoras.

Os candidatos nem sequer incluíram a igualdade de gênero em suas propostas, quando vomitam algo é para não passar em branco é de forma genérica, só para constar.

Espanta-me o fato de que o conceito de igualdade de oportunidades na política ainda seja incômodo. Apesar de nós mulheres representarmos 51,8% da população brasileira, segundo dados do IBGE, a ideia de ocuparmos metade das secretarias de um governo, ou ganharmos em igualdade aos homens é inconcebível.

Quando tocamos nesse assunto recebemos como resposta que isso é “querer demais” e que em “nenhum lugar do mundo as mulheres ocupam metade dos cargo de chefia”. Sinceramente, dói escutar algumas mulheres dizendo que votam em Bolsonaros da vida ou qualquer outro político que ofende e bate em mulheres. Dói porque quando eles humilham ou xingam uma mulher atinge a todas.

Se aumentar o número de mulheres na política “é uma questão mais ligada aos partidos porque no Executivo isso não é uma realidade”. E por que não é?

A Nossa sociedade é machista e extremamente desigual, por isso não existem políticas públicas efetivas para combater a violência contra a mulher e a desigualdade no mercado de trabalho, entre outras questões.

É praticamente impossível a igualdade de gênero, em várias esferas, especialmente na política. Não somos mais crianças para acreditar em príncipes.

Está na cara que o Brasil ainda precisa investir muito em políticas públicas voltadas exclusivamente para as mulheres para termos uma sociedade mais justa.

Assisto o circo dos debates e comícios desapontada – ainda que não surpreenda mais – a falta de propostas de políticas públicas para mulheres: muitas não apontam qualquer medida concreta.

TODOS ELES só lembram da existência de mulheres na área da saúde, limitando-se, por exemplo, a gestantes e câncer de mama ou útero. Embora sejam temas fundamentais, essa abordagem sequer tangencia o machismo presente em nossa sociedade.
É um “me engana que eu gosto”, em vez de desenvolverem propostas capazes de efetivamente combater a desigualdade de gênero – tão forte em todo o país.

O feminicídio sempre esteve presente, agora com a rede social fica mais difícil de esconder. É um atraso perigoso para qualquer sociedade que pretenda se tornar mais justa e democrática.

Aprendi cedo a conviver com a cultura machista, tradicional. Todas nós aprendemos a conviver diariamente com assédios e discriminação de gênero, na rua e no trabalho. A gente se acostuma.
O que não significa que não seja revoltante.

O machismo no Brasil independe de posição social e nível cultural é muito difícil ser mulher e ser tratada com igualdade. Mais difícil ainda é ser uma mulher inteligente, trans , bi ou lésbica. Essa dificuldade é vista dentro de nossas casas, nas rodas de amigos, nas igrejas, etc.
Considero-me uma mulher de sorte. Mas não me calo frente ao extermínio desses políticos que preferem nos ignorar depois da cama.

A falta de políticas públicas claras de programa de governo às eleitoras – é um demonstrativo do descaso.

Mas é preciso continuar debatendo e combatendo diariamente o machismo que ainda é regra no Brasil para que o sonho de uma sociedade justa nunca termine.

Meu nome é Liliane Ribeiro sou jornalista, escritora e executiva pública e em breve esposa de Miriam Ferreira Gomes.

Para sempre

Apesar de sermos avisadas, é impossível evitar a primeira decepção. Antes de experimentarmos a nossa primeira ferida, somos todas infinitamente românticas.

O tempo passa e acreditamos que somos invulneráveis à dor e que o amor não falhará mais uma vez.

Há algo muito verdadeiro que minha mãe sempre me dizia: “ninguém aprende lições no corpo de outra pessoa”, uma dessas lições que sofri e ainda não apredi totalmente é cuidar dos meus sentimentos antes de alguém destroça-los.

Crescemos assistindo romances idílicos na televisão e no cinema. Histórias quase mágicas que contam romances perfeitos, paixões eternas e fidelidades absolutas. Nada mais longe da realidade da vida.

No mundo real, as pessoas são infiéis, o amor é desvalorizado e os desejos são efêmeros, como moda, consumo e algumas celebridades.

Acho que ser romântica é algo que não deveria sair de moda, acredito em relacionamentos sérios e na paixão única e desenfreada, acima de tudo ainda prefiro, com todas as evidências contrárias, acreditar no amor e que ele não falhará desta vez. 💕